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Economia

Redução da idade mínima para professores “talvez seja bom acordo”, diz Maia

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Marcelo Camargo/Agência Brasil – 10.7.19

“O que está sendo trabalhado talvez seja um bom acordo”, disse Rodrigo Maia (DEM) sobre as mudanças para professores

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), agradeceu nesta quinta-feira (11) aos parlamentares pela votação e aprovação do texto-base da reforma da Previdência. Maia também destacou que a proposta apresentada pelo PDT de  reduzir a idade mínima para professores na regra de transição pode ser positiva.

“Se a gente baixar muito a idade [mínima], aumenta o déficit [da Previdência]. Aumentando o déficit, falta dinheiro para termos uma estrutura melhor para cuidar de nossas crianças e da qualidade do trabalho dos nossos professores . É preciso ter um equilíbrio nisso. [Mas] O que está sendo trabalhado talvez seja um bom acordo”, disse o deputado em entrevista ao programa “Brasil Urgente”, da Band .

Além dos parlamentares, Maia também agradeceu o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial de Previdência , Rogério Marinho, pela vitória conquistada na noite de ontem (10). “A reforma foi bem encaminhada pelo ministro Guedes e pelo secretário Marinho. Agora vamos trabalhar para manter a economia fiscal na casa de R$ 900 bilhões em dez anos”, completou.

O presidente da Câmara ainda adiantou que, após a Previdência, espera que as próximas reformas sejam apresentadas ao Congresso. A primeira delas deve ser a tributária; na esteira, a reforma administrativa.

Leia também: Líder do governo quer aprovar nova Previdência no Senado até 5 de setembro

Além das pautas apresentadas pelo governo, Rodrigo Maia disse que a Casa também pretende discutir pautas sociais. “Queremos dar nossa contribuição para a questão social do País. Fazer um debate com economistas para que consigamos melhorar esta pauta”, acrescentou.

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Economia

Bolsonaro afirma que não vai propor fim da multa de 40% do FGTS

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Marcos Corrêa/PR – 19.7.19

Presidente Jair Bolsonaro afirmou que não vai propor fim da multa de 40% do FGTS

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (20) que não vai propor o fim da multa de 40% sobre o salto do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de empregados demitidos sem justa causa. “Em nenhum momento vocês vão me ouvir falando de acabar com multa de 40% do FGTS”, disse a jornalistas, em entrevista em frente ao Palácio do Alvorada.

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Ele ponderou, no entanto, que a multa virou regra, uma vez que é difícil ocorrer, segundo ele, demissões sem justa causa. “Dificilmente, você dá demissão por justa causa. Mesmo dando, o cara entra com ação contra você. Dificilmente se ganha ação nesse sentido. Os patrões pagam (a multa do FGTS )”, disse.

“Assim como quem estava empregado ficou mais difícil ser demitido, quem empregava começou a não empregar mais pensando em possível demissão”, justificou. Apesar disso, afirmou: “Não vou propor [o fim dos] 40%”.

Ontem (19) à noite, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto divulgou nota à imprensa negando qualquer estudo sobre o fim do pagamento da multa.

Saque do FGTS

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Presidente vai ter reunião para definir saques do FGTS

Bolsonaro disse ainda que amanhã (21) fará uma reunião com ministros para tratar do saque do FGTS. “A palavra final eu vou ouvir essa semana da equipe econômica ”, diz. O governo estuda liberar o saque de parte do saldo das contas ativas e inativas do FGTS. A medida injetaria recursos capazes de estimular a economia.

Segundo o presidente, “pequenos acertos” estão sendo feitos. “Não queremos desidratar a questão do Minha Casa, Minha Vida, que é importante para quem precisa de uma casa. Não queremos ser irresponsáveis”. O programa do governo federal, que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias para famílias de baixa renda, usa recursos do fundo.

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Reforma da Previdência

Bolsonaro disse não acreditar que as críticas que fez a governadores do Nordeste terão impacto na votação da reforma da previdência no Congresso Nacional. “O parlamento não é tão raso como vocês estão pensando”, disse.

A reforma da previdência foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados. A proposta ainda precisa ser aprovada na Casa em mais um turno de votação antes de ser remetida para o Senado Federal, onde terá também que ser aprovada em dois turnos de votação no plenário.

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