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Professores do Pará falam dos resultados do tratamento com crianças

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Segunda reunião da CST que trata do uso de terapias de bio e neuroestimulação

Foto: Ângelo Varela

O médico Alfredo Coelho realizou uma palestra sobre os benefícios da aplicação de terapias de bioestimulação e neuroestimulação. O evento aconteceu durante a segunda reunião da Câmara Setorial Temática que coloca em debate o resultado de terapias de bio e neuroestimulação em contextos de fragilidade socioeconômico e cultural, e se tais terapias são capazes de melhorias de qualidade de vida, habilidades escolares e saúde física e mental das crianças.

Na avaliação do médico, as terapias de bio e neuroestimulação tratam o corpo como um todo, ressaltando a vantagem de não utilizar substâncias químicas. Segundo Alfredo, se o paciente já fizer uso de algum remédio, a medicação não necessita ser interrompida para uso das terapias. “Nada é alterado durante o tratamento do paciente. A alimentação continua a mesma e as terapias visam otimização do organismo como um todo”, revelou Coelho.

Vale ressaltar que durante a primeira reunião foi apresentado um trabalho realizado com crianças em situação de vulnerabilidade socioeconômico e cultural com a técnica de neuro e biomodulação Radio Electric Asymmetric Conveyor (REAC).

A reunião de hoje teve a participação de duas professoras e do diretor da Escola Estadual Rodrigo Pina, de Belém (PA). A professora Maria das Graças de Souza Lima afirmou que em sua escola o tratamento vem sendo realizado em cinco crianças da mesma família com resultados positivos. “Esse trabalho apresentou surpresas para todos nós com o comportamento alterado positivamente. Todas as crianças têm avanço fantástico com rendimento acima do esperado nas salas de aula”, disse Maria das Graças.

A proposta da Comissão Setorial Temática, do deputado Oscar Bezerra (PV), reunirá as informações e estudos apresentados ao longo dos trabalhos para, ao final, apresentar uma proposta ao governo do estado para que as terapias sejam oferecidas à sociedade.

De acordo com Alfredo Coelho, existem no Brasil outras 44 pesquisas registradas e cerca de 40 clínicas habilitadas para realizar o tratamento com bio e neuroestimulação. “Nosso objetivo é observar se a aplicabilidade dos testes apresentam resultados positivos ao longo da terapia. Temos 44 trabalhos buscando os fundamentos cada vez mais positivos em conhecimento rápido”, revelou ele.

Para o diretor da Escola Rodrigo Pina, Gláucio Henrique de Figueiredo, o trabalho com as cinco crianças em Belém vem agradando os responsáveis e está apresentando resultados favoráveis. “As crianças apresentaram efeitos positivos de aproveitamento com equilíbrio de aceitação notável com leituras e entendimento com maior rapidez”, revelou Figueiredo.

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Militares conquistam direito de acionar Defensoria Pública em processos decorrentes do exercício da função

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Foto: ELIEL TENORIO PEREIRA

A Defensoria Pública de Mato Grosso disponibilizará assistência jurídica integral e gratuita a todos os militares que sejam implicados em processos judiciais ou extrajudiciais no exercício da função, como ações penais ou sindicâncias por homicídio, tortura ou corrupção. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Estado, na última sexta feira (14).

O ato publicado é resultado da luta do presidente da Comissão Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa, deputado estadual Elizeu nascimento (DC). O parlamentar realizou, no dia 20 de maio, uma audiência pública com todos os defensores do estado para tratar do tema. Desde então, o diálogo foi traçado e agora a Defensoria disponibilizará um advogado para atender a categoria militar.

A proposta do deputado é que este papel seja feito pelos defensores públicos do Estado, cuja finalidade constitucional é defender as pessoas necessitadas, que não têm condições de pagar por um advogado. Mato Grosso tem hoje cerca de 7.380 mil policiais militares e aproximadamente 1.405mil bombeiros militares na ativa, que terão agora direito à assistência jurídica gratuita de um defensor, caso necessitem.

“Quem ganha com isso são os policiais que não têm dinheiro para pagar advogado. Cansei de ver policial na Corregedoria da PM, em sindicância, tendo que se defender sem a presença de um advogado, porque não tinha dinheiro. A Constituição garante o amplo direito a defesa a todos os cidadãos”, disse Elizeu Nascimento.

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