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Polícias prendem suspeito de matar fazendeiro atropelado com trator

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Assessoria | PJC-MT

Um roubo seguido de morte ocorrido no sábado (15.06), na zona rural de Paranatinga (373 km ao Sul), foi rapidamente esclarecido e o suspeito preso. A prisão de Dionis Pereira da Silva, 42, foi efetuada pela Polícia Civil e a Polícia Militar, após furtar a caminhonete do padrão, David Antônio Cocco, 80, e matá-lo atropelado com um trator.

O suspeito era funcionário da fazenda. Ele foi autuado em crime de latrocínio. As diligências integradas iniciaram após a localização de uma caminhonete Hillux, aparentemente abandonada em uma estrada com várias avarias. Uma testemunha, que conhecia o dono do veículo, informou que já havia ligado diversas vezes para o proprietário, porém, não conseguiu contato. 

Durante diligências foi levantado que o fazendeiro (dono da caminhonete) foi visto na cidade acompanhado de seu funcionário no referido veículo. Com base nos fatos, as equipes localizaram o suspeito, que no momento dormia na residência de sua irmã, após arrombar  janela da casa da irmã, que não estava na casa quando ele chegou no imóvel.

Perguntado sobre o abandono da caminhonete e do paradeiro do seu patrão, o suspeito contou que subtraiu o veículo e foi para cidade. No trajeto acabou  colidiu o veículo, ocasionando as avaria, e por esta razão teve que deixar o veículo no caminho. Após foi dormir na casa da irmã.

O suspeito acompanhou os policiais até a propriedade rural. No local ele revelou que na parte da manhã tinha ido para cidade com o patrão e logo depois que recebeu o seu salário comprou e fez uso de entorpecente, sem conhecimento do patrão. Após ambos retornaram para sede da fazenda, e a vítima ordenou para o funcionário fosse até o pasto realizar o conserto das cercas. No entanto, o suspeito se negou a ir fazer a manutenção.

Ainda segundo o acusado, a vítima pegou o trator e foi sozinha para o pasto arrumar a cerca. Momento em que o suspeito efetuou o furto da caminhonete.

Com base nos relatos, os policiais civis e militares foram até o pasto onde localizaram o corpo do senhor de 80 anos, sem vida debaixo do trator, que estava ligado. Informações preliminares da perícia é que a vítima foi atropelada pela máquina agrícola por duas vezes.

Diante do flagrante, o suspeito foi conduzido até a Delegacia de Polícia de Paranatinga, interrogado e autuado pelo crime de latrocínio.

Após a confecção dos autos, o suspeito foi colocado à disposição da Justiça.

 

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Polícia Civil apreende 232 bolsas réplicas de grifes famosas

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos (bolsas e carteiras) réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá e apoio da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no bairro Dom Aquino,  na Capital. Em um Box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton, e no segundo foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados.

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados. 

Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

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