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Policia Federal

PF participa de Operação que apreendeu 500 kg de cocaína com destino à Europa

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Brasília/DF – A Polícia Federal participou das investigações da Operação Thipon, deflagrada esta semana, que levou a apreensão de 500 kg de cocaína na Ilha Terceira do arquipélago de Açores, território português.

A droga foi encontrada em um veleiro que, de acordo com as investigações, fazia o transporte dos entorpecentes entre a América do Sul e a Europa.

A Polícia Federal atuou em cooperação internacional policial junto as polícias de Portugal, Espanha e Holanda e foi a responsável pelo acompanhamento da embarcação por cerca de dois anos e pela troca de informações que levaram ao rastreamento e a apreensão da grande quantidade de cocaína.

Durante esse período, o veleiro foi monitorado por equipes da PF em vários estados da federação. Policiais especializados no combate ao tráfico de drogas do CE, RN, BA, PB, RJ e SC participaram das investigações.

Por fim, em 21/5, o barco partiu de Itajaí/SC, supostamente com destino ao Uruguai, mas não cumpriu a rota informada às autoridades, tomando o caminho da Europa.

Na ação desencadeada pelos relatos da PF, as autoridades portuguesas realizaram a prisão de dois homens de nacionalidade estrangeira, com 41 e 53 anos de idade.

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Policia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

 

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