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Policia Federal

PF deflagra a 3ª fase da Operação Nepsis

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (10/7) a terceira fase da Operação Nepsis, com o objetivo de angariar elementos de prova referentes ao pagamento de vantagens indevidas a um suposto núcleo de policiais militares do Estado de São Paulo, descoberto a partir da apreensão de celulares da organização criminosa desmantelada na primeira fase da Operação Nepsis, deflagrada em 22/9/2018.

Policiais federais deram cumprimento a dois mandados de busca e apreensão no município de São José do Rio Preto/SP, expedidos pela 2ª Vara Federal de Ponta Porã.

As investigações apontam negociações que indicam o pagamento de valores entre R$ 70 mil e R$  120 mil por mês ao suposto grupo de policiais para permitir o escoamento de cigarros contrabandeados do Paraguai por rodovias paulistas, sendo que o pagamento era negociado por um ex-policial, já expulso da corporação. 

A organização criminosa investigada na Operação Nepsis formou um verdadeiro consórcio de grandes contrabandistas, com a criação de uma sofisticada rede de escoamento de cigarros contrabandeados do Paraguai, a qual se estruturava em dois pilares: um sistema logístico de características empresariais e, ainda, a corrupção de policiais cooptados para participar do estratagema criminoso.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações pelos crimes de corrupção (ativa e passiva), tráfico de influência e formação de organização criminosa.

Segundo a mitologia grega, Nepsis significa vigilância interior, estado mental de atenção plena. A operação foi assim batizada em alusão à vigilância necessária para se combater as sofisticadas atividades criminosas ligadas ao contrabando e à vigilância em relação à própria atividade de fiscalização estatal para conter a corrupção de servidores públicos.

 

 

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Policia Federal

PF combate concussão e lavagem de dinheiro em Vila Velha/ES

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/7) a Operação Endosso, com o objetivo de desarticular suposto esquema criminoso voltado à prática de Rachid, perpetrado por um vereador do município de Vila Velha. A operação foi realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo, e em decorrência das ações realizadas no Fórum de Combate à Corrupção no Espírito Santo – FOCCO/ES.

Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Vila Velha/ES e Viana/ES, nas residências dos envolvidos.

As investigações apontaram que alguns assessores devolviam parte da remuneração que recebiam da Câmara Municipal de Vila Velha para o vereador que os indicou. Os repasses eram realizados através de saques de contas bancárias dos assessores acompanhados de imediatos depósitos em contas de terceiros, além da conta de uma empresa do vereador.

Os investigados poderão responder pelos crimes de concussão (art. 316 do CPB) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas poderão alcançar 4 a 14 anos de reclusão.

 

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