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Policia Federal

PF combate contrabando e tráfico internacional de drogas

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Goiânia/GO – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (12/6) uma operação com o objetivo de combater contrabando de agrotóxico, cigarros e produtos químicos destinado ao tráfico de drogas.

Cerca de 20 policiais federais cumpriram 4 mandados de busca e apreensão nesta capital, expedidos pela Justiça Federal de Aparecida de Goiânia/GO.

De acordo com as investigações, decorrentes de uma grande apreensão de agrotóxicos e cigarros contrabandeados realizada em abril de 2018, foi possível identificar o responsável pelo armazenamento ilegal desses produtos.

Apurou-se que produtos químicos, oriundos do Paraguai, destinados à preparação e refino de cocaína, estavam sendo introduzidos ilegalmente no Brasil, juntamente com carga de agrotóxicos, em embalagens idênticas, visando ocultar o real conteúdo do produto.

Uma pessoa foi presa em flagrante pelos crimes de contrabando e crime ambiental.

Nesta fase, foram novamente apreendidos agrotóxicos e material utilizado para o seu processamento clandestino. 

 

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Policia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

 

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