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Policia Federal

PF combate contrabando de cigarros paraguaios no Mato Grosso do Sul

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Naviraí/MS – A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (12/6) a segunda fase da Operação Pepper, que visa desarticular organização criminosa voltada à prática do contrabando de cigarros paraguaios.

Equipe de policiais federais estão cumprindo mandados de prisão preventiva e busca e apreensão na cidade de Piumhí/MG. Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão, em imóveis dos investigados localizados em Piumhí/MG.

A ação de hoje é decorrente dos elementos angariados na primeira fase da operação, deflagrada no dia 24/4/2019. As novas provas obtidas ratificaram a existência da organização criminosa, além de permitir a identificação de outros envolvidos, servindo de fundamento para representação de novas medidas ao Juiz da 1ª Vara Federal de Naviraí/MS.

Além das prisões e buscas, também foram deferidos pelo juiz o pedido de sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de contas bancárias dos investigados, já que foi apurado durante as investigações que os investigados ostentam patrimônio totalmente incompatível com as rendas e atividades declaradas.

 

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Policia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

 

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