conecte-se conosco


Nacional

Ovelhas usando fraldas e microfones chamam a atenção em serra de Santa Catarina

Publicado

em


ovelha
Divulgação/Epagri

Estudo com ovelhas pretende otimizar a produção de leite em SC

Uma pesquisa sobre pasto na região de Lages, na serra catarinense, está gerando curiosidade entre os internautas. Imagens de ovelhas usando fraldas e microfones estão circulando pelas redes e fazendo muitos se questionarem sobre a razão do uso de tais acessórios. Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), tudo tem um motivo.

Leia também: Experimento chinês controverso implementa genes de seres humanos em macacos

O objetivo do estudo é o de analisar o processo de alimentação das ovelhas , para que a altura ideal da grama possa ser recomendada aos criadores, otimizando a produção.  Por meio do manejo da pastagem, os especialistas poderão definir o ganho de peso do animal, o quilo de peso vivo por hectare e a produção diária de leite.

As fraldas são usadas pelos pesquisadores para medir os pesos das fezes e da urina dos animais e, assim, poder medir o quanto de pasto é ingerido. Enquanto que os microfones colocados nas cabeças dos animais e os gravadores nas costas são usados para monitorar a mastigação das ovelhas em função do tempo.

Leia também: Pesquisadora admite “falha” em currículo, mas não se desculpa com jornal

Segundo o Epagri, a grama analisada é do tipo missioneira-gigante e a pesquisa com as ovelhas  tem parceria com o Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Nacional

Manifestão é bem-vinda se tiver “objetivos democráticos”, diz Mourão

Publicado

em

por


Mourão
Alan Santos/PR – 24.4.2019

Hamilton Mourão disse que manifestações são “bem-vindas se tiverem objetivos democráticos”

O vice-presidenteHamilton Mourão indicou nesta sexta-feira, no último dia de sua visita à China, que vê favoravelmente as manifestaçõesmarcadas para domingo em apoio ao governo Bolsonaro. Em viagem a Paris, o chanceler brasileiro,Ernesto Araújo , destacou que espera dos atos a demonstração do “forte anseio da população” pelas reformas propostas pelo governo, sobretudo a previdenciária. 

Leia também: Mantega vira réu na Justiça Federal por fraudes de R$ 8 bilhões no BNDES

“Toda e qualquer manifestação, desde que seja pacífica e com objetivos democráticos, ela é bem-vinda”, disse Mourão , que antes havia relutado em fazer comentários sobre assuntos domésticos enquanto estivesse fora do Brasil.

Em entrevista a jornalistas brasileiros após a conclusão de sua agenda oficial na China, porém, o vice-presidente manifestou desconforto com o clima de confrontação política que existe hoje no Brasil, e que para ele representa um entrave inclusive para a projeção do país no mundo.

“Temos que arrumar a nossa casa. A casa está um pouco desorganizada, não é só na questão econômica, nós estamos vivendo hoje discussões dentro do país que não é necessário discutir da forma como estão sendo travadas, suscitando ódios”, disse. “Nós temos que voltar a ser um país mais homogêneo na discussão dos pontos de vista e de como nos conduzir. E nós temos que construir um projeto, um norte para o país”, explicou.

Houve na comitiva brasileira que acompanha o vice-presidente na China quem se sentisse aliviado porque a chegada de Mourão está prevista para domingo à noite, portanto provavelmente depois das manifestações previstas por apoiadores de Bolsonaro . Da China o vice-presidente viaja para a Itália, onde passa um dia.

O último compromisso de Mourão na China foi um encontro com o presidente do país, Xi Jinping, em Pequim. Para o vice-presidente, o principal objetivo da visita foi alcançado: abrir o canal de diálogo com a segunda maior economia do mundo. No encontro com Xi, Mourão transmitiu um convite do presidente Jair Bolsonaro para que o presidente chinês visite a China, o que deve ocorrer no segundo semestre, na cúpula dos Brics. Também manifestou o interesse de Bolsonaro de vir à China ainda neste ano.

‘Não é manifestação contra’, diz chanceler

Em encontro com empresários franceses na manhã desta sexta-feira, em Paris, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse esperar que as manifestações de rua de domingo sirvam como sinal do apoio popular à realização de reformas estruturais no país.

O chanceler recebeu no hotel em que está hospedado, na capital francesa, representantes de seis empresas dos setores de energia, aeroespacial, cosméticos, cimento e açúcar: Total, Engie, L’Oréal, Thales, Vicat, Tereos — interessadas, segundo ele, em saber quais as reformas previstas após a da Previdência.

Leia também: Militares envolvidos nas mortes de músico e catador são soltos no Rio de Janeiro

Araújo defendeu as passeatas deste domingo mais como uma “pressão positiva” às reformas e menos como manifestações de protesto contra o Congresso ou o Judiciário.

“O presidente tem feito questão de dizer que são manifestações espontâneas. Me parece relevante, porque mostra o grau de engajamento popular que existe hoje com os processos político e de reformas, algo que não tem muito precedente no Brasil. É uma manifestação basicamente a favor de determinadas coisas: da reforma da Previdência, da legislação anticrime, da MP 870, que agora já foi aprovada. Não é uma manifestação contra. O sinal básico que vejo é de apoio ao processo de reformas e de uma pressão positiva, construtiva sobre o Congresso para avançar no sentido que entendemos como essencial para todo o programa do governo”, disse, depois, em entrevista a jornalistas brasileiros.

Continue lendo

Polícia

Política MT

Política Nacional

Polícia Federal

Mais Lidas da Semana