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Policia Federal

Operação Nota Fria intensifica repressão ao contrabando na fronteira de Mato Grosso do Sul

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Naviraí/MS – A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (19/6) a Operação Nota Fria, que visa desarticular organização criminosa voltada à prática de contrabando e descaminho.  Policiais federais cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão, em cidades dos Estados do Paraná e São Paulo.

A PF cumpre quatro mandados de prisão preventiva e oito de busca e apreensão, nas residências dos investigados, localizadas nas cidades de Umuarama/PR, Maringá/PR, Foz do Iguaçu/PR e São Paulo/SP.

As investigações tiveram início após análise dos elementos obtidos durante cumprimento de mandado de busca e apreensão, na residência de um dos investigados, que indicaram a existência da referida organização criminosa.

 A análise de um celular apreendido na ocasião demonstrou que os investigados atuam na prática dos delitos de contrabando e descaminho, com remessas de mercadorias, ao que tudo indica, até a cidade de São Paulo/SP. Havia inclusive um grupo de mensagens onde os investigados trocavam informações sobre a presença dos órgãos de segurança pública nas estradas com o objetivo de evitar eventuais apreensões das mercadorias.

 

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Policia Federal

PF combate concussão e lavagem de dinheiro em Vila Velha/ES

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/7) a Operação Endosso, com o objetivo de desarticular suposto esquema criminoso voltado à prática de Rachid, perpetrado por um vereador do município de Vila Velha. A operação foi realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo, e em decorrência das ações realizadas no Fórum de Combate à Corrupção no Espírito Santo – FOCCO/ES.

Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Vila Velha/ES e Viana/ES, nas residências dos envolvidos.

As investigações apontaram que alguns assessores devolviam parte da remuneração que recebiam da Câmara Municipal de Vila Velha para o vereador que os indicou. Os repasses eram realizados através de saques de contas bancárias dos assessores acompanhados de imediatos depósitos em contas de terceiros, além da conta de uma empresa do vereador.

Os investigados poderão responder pelos crimes de concussão (art. 316 do CPB) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas poderão alcançar 4 a 14 anos de reclusão.

 

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