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Policia Federal

Operação Luxúria desarticula organização criminosa especializada em tráfico internacional de drogas

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal deflagra nesta manhã (10/7) a Operação Luxúria, que visa desarticular uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas. Estão sendo cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 7 mandados de busca e apreensão. A ação ocorre simultaneamente em 4 estados, sendo eles: Rio de Janeiro, São Paulo, Rondônia e Paraíba.

As investigações tiveram início em março de 2017 quando um dos envolvidos foi preso com 320 kg de cocaína no estado de Rondônia. Com o avançar dos trabalhos investigativos, restou identificado que parte da ORCRIM comandava as transações a partir da cidade do Rio de Janeiro. Durante o período de monitoramento foram registradas mais três apreensões de drogas, totalizando o montante de aproximadamente 2.5 toneladas de drogas que seriam destinadas às comunidades do Rio de Janeiro.

Os presos serão ouvidos na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro e posteriormente serão encaminhados ao presídio, por onde permanecerão à disposição da Justiça.

 

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Policia Federal

PF combate concussão e lavagem de dinheiro em Vila Velha/ES

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/7) a Operação Endosso, com o objetivo de desarticular suposto esquema criminoso voltado à prática de Rachid, perpetrado por um vereador do município de Vila Velha. A operação foi realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Espírito Santo, e em decorrência das ações realizadas no Fórum de Combate à Corrupção no Espírito Santo – FOCCO/ES.

Aproximadamente 20 policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão, nas cidades de Vila Velha/ES e Viana/ES, nas residências dos envolvidos.

As investigações apontaram que alguns assessores devolviam parte da remuneração que recebiam da Câmara Municipal de Vila Velha para o vereador que os indicou. Os repasses eram realizados através de saques de contas bancárias dos assessores acompanhados de imediatos depósitos em contas de terceiros, além da conta de uma empresa do vereador.

Os investigados poderão responder pelos crimes de concussão (art. 316 do CPB) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), cujas penas somadas poderão alcançar 4 a 14 anos de reclusão.

 

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