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Operação integrada cumpre 23 mandados em Sto Antônio, Barão e Chapada

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Assessoria | PJC-MT

Uma varredura foi realizada na manhã desta sexta-feira (12.07) nos municípios de Santo Antônio do Leverger (34 km ao Sul) e Barão de Melgaço (113 km ao Sul),  e Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte), na operação Dercarte I,  das Polícias Civil e Militar, com foco na repressão ao crime organizado. Foram cumpridos dezenove mandados de busca e apreensão e quatro de prisão, totalizando 23 ordens judiciais.

Ainda na madrugada, o efetivo de mais de 70 policiais, entre militares e civis, de Delegacias da Polícia Civil e da Polícia Militar (1° Comando Regional/3° CIPM/Força Tática/canil BOPE), seguiram aos três municípios depois de reunirem na Companhia da Polícia Militar do Parque Cuiabá.

Em Chapada dos Guimarães foram conduzidos dois homens de 29 e 34 anos. Na cidade foram apreendidos uma porção de  maconha, um simulacro de pistola, uma caixa de cigarros análogo à maconha, um simulacro, um tambor de munições de revólver.

Em Santo Antônio do Leverger, um casal, ele de 34 anos, e ela de 20 anos, foram presos. A operação no município resultou na apreensão de 1 pistola 380,  1 revólver 38,  dois automóveis,  1 moto, 3 celulares, 1 tablet, 1 equipamento de som de carro, 11 porções análoga a maconha e dinheiro trocado.

Já em Barão de Melgaço, uma pessoa foi presa e apreendidos uma motosserra, várias porções de maconha, 9 celulares, 1 notebook e 4 pendrives.

O delegado da Polícia Civil, Claudio Victor Freesz, que responde por Santo Antônio do Leverger e Barão de Melgaço, disse que operação é o primeiro passo para minimizar a ação de organizações criminosas na região.  “Essa operação  integrada entra a Polícia Judiciária Civil e a Polícia Militar é fruto de investigação que começou há cerca de 3 meses”, pontuou.

O tenente coronel, André Avelino Figueiredo Neto, comandante do 1º Comando Regional, em substituição legal, destacou a integração das forças policiais, tanto da Polícia Civil quanto da Polícia Militar, em esforços para garantir a segurança e tranqüilidade dos moradores das três localidades.

“Além da parte repressiva, o fator preventivo reflete nos índices de criminalidade em toda a região. E essa operação foi baseada em estatísticas que apontou alguns picos de ocorrência, o seu resultado teve repercussão nos municípios da região, dando  impacto social grande”, disse.

Em complemento a operação, o delegado ressaltou um trabalho que vem sendo desenvolvimento em Barão de Melgaço, para coibir a prática de crimes na cidade. Ele explicou que a Polícia Civil, por não ter delegacia funcionando no município, está com uma sala integrada na unidade da Polícia Militar, para o atendimento aos moradores e confecção de boletins de ocorrências.

Outro trabalho importante, destaca o delegado, são as câmeras de vigilâncias, cujo monitoramento está ajudando na identificação de placas de veículos, pessoas e comportamento estranho de pessoas suspeitas, em que são feitos relatórios de inteligências para que sejam feitas operações como a de hoje.

 

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Polícia Civil apreende 232 bolsas réplicas de grifes famosas

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos (bolsas e carteiras) réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá e apoio da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no bairro Dom Aquino,  na Capital. Em um Box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton, e no segundo foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados.

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados. 

Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

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