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Policia Federal

Operação Horus realiza apreensão de uma carreta carregada com 900 caixas de cigarros contrabandeados

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Guaíra/PF – A Polícia Federal deflagrou, na madrugada desta sexta-feira (12/7),  mais uma etapa da Operação Horus e realizou, juntamente com equipes da operação integrada entre PF, COBRA/BPFRON e Força Nacional,  Exército Brasileiro e da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP mais uma apreensão de cargas de cigarros contrabandeados, em Guaíra/PR.

Policiais realizavam patrulhamento de rotina na zona rural de Guaira/PR e perceberam movimentação suspeita de carreta e supostos batedores. Na tentativa de abordagem, o criminoso parou repentinamente a carreta e empreendeu fuga em meio a plantação de milho. No local foi apreendida carreta carregada com aproximadamente 900 caixas de cigarros.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra, para os procedimentos de praxe.

 

 

*** A mudança de nome da Operação Integrada para Hórus, que significa “o Deus dos céus, dos Vivos e da Guerra”, seria um marco em virtude da intensificação das atividades de fiscalização e também para marcar a integração de outras forças de segurança a esse novo momento estratégico das atividades repressivas.

 

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Policia Federal

Operação Efígie investiga fraudes contra o INSS no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (17/7) a Operação Efígie, com o objetivo de desmantelar organização criminosa, com atuação no Espírito Santo e na Bahia, que pratica fraudes em face do INSS.

Cerca de 14 policiais federais dão cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Vitória/ES, na cidade de Vila Velha/ES. A operação contou com o apoio da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT), do Ministério da Economia.

A investigação apontou que o grupo criminoso utilizava documentos falsos para criação de pessoas fictícias e posterior saque de Benefícios de Prestação Continuada de Amparo ao Idoso. Os cálculos indicam que o grupo criminoso teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 6 milhões ao INSS.

Os crimes investigados são o uso de documento falso, falsidade ideológica, falsificação de documento público, estelionato qualificado e organização criminosa, podendo chegar a 14 anos de reclusão.

A ação de hoje é um desdobramento da Operação 5×7 deflagrada pela PF/ES em junho de 2019.

 

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