conecte-se conosco


Internacional

‘Operação Alquimista’ prende nove estudantes de medicina por tráfico de drogas

Publicado

em


drogas apreendidas
Policia Civil Divulgação

Com os nove estudantes foram encontrados drogas sintéticas, um veículo e diversos objetivos para o tráfico

A Polícia Civil de Adamantina, no interior de São Paulo, conseguiu prender nove estudantes de medicina por tráfico de drogas. A ação denominada ‘Operação Alquimista’, com foco no combate ao tráfico de substâncias sintéticas, demandou dois meses de investigação.

Leia também:  Prefeitura de São Paulo apreende mais de 100 carros de transporte por app

Os policiais civis apuraram algumas festas universitárias e outras abertas ao público em geral e descobriram que os estudantes de medicina abasteciam os usuários com as drogas sintéticas produzidas por eles próprios.

As prisões aconteceram na tarde desta sexta-feira (10) após buscas domiciliares. De acordo com o site Siga Mais, os policiais civis encontraram drogas sintéticas como LSD, ecstasy, MD e maconha com quatro estudantes. Todos foram presos em flagrante sendo duas mulheres e dois homens.

Em outra residência, um rapaz foi identificado com maconha e preso por tráfico de drogas . Os demais quatro estudantes detidos foram autuados pela prática de porte de drogas e liberados posteriormente.

Em uma das casas dos estudantes tinham estufas adaptadas para o cultivo de maconha que possuíam mecanismo de iluminação, ventilação e troca de ar.


estufa para cultivo de maconha
Policia Civil Divulgação

Estufa para o cultivo de maconha encontrada na casa de um dos estudantes presos

Os produtos apreendidos ontem seriam comercializados em uma festa eletrônica em Adamantina neste sábado (11).

Leia também:  Criança é baleada durante operação da PM na Zona Oeste do Rio de Janeiro

Ao todo a ‘Operação Alquimista’ conseguiu apreender 370 gramas de maconha, uma pequena porção de Haxixe, uma porção com cristais de MD, dois quadriculados de LSD, 62 comprimidos de ecstasy, além de outros objetos para o tráfico e consumo de drogas e um veículo.

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Internacional

Monarquistas e esqueletos dividem espaço em ato pró-Bolsonaro na Av. Paulista

Publicado

em

por

Convocada via redes sociais, a  manifestação deste domingo (26) em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi organizada em contraponto à que ocorreu dia 15, contra os cortes na Educação feitos pelo presidente.

Das maiores motivações por trás do ato, arepulsa já crescente ao “centrão” — as bancadas no Congresso sem orientação política clara e que se mantêm no cargo há décadas — explodiu na semana passada, quando Bolsonaro compartilhou em suas redes sociais a “carta bomba”. Acuado, Jair Bolsonaro culpou o Congresso e os interesses das grandes corporações por não conseguir passar as medidas que prometeu em campanha. O judiciário também é alvo dos bolsonaristas. Cartazes no ato deste domingo indentificam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como “bandidos” e “traidores”.

Ericon Mateus,  21, diz que veio sozinho à manifestação. Segurando uma placa onde se lia “Larga esse ódio e venha amar o Guedes”, o jovem resumiu as pautas que uniam os discursos simultâneos dos seis carros de som: “Queremos a CPI da Lava Toga, a Reforma da Previdência, o Pacote Anti-Crime e a redução dos ministérios [Medida Provisória 860]”.

“Estamos aqui para mostrar que não precisamos do Congresso para aprovar nada.  As leis são o povo que decide”, concluiu Ericon. 

Leia também: Manifestação pelo governo em Brasília tem boneco de “Super-Moro”

Abaixo ao centrão!

Faixas e cartazes improvisados feitos pelos manifestantes pediam o fim do centrão no Legislativo, o fim do STF e até mesmo o fechamento do Congresso. Tudo para que as medidas propostas pelo governo de Jair Bolsonaro fossem em frente.

Acompanhando o carro de som do Despertar Patriótico, o veterano do Exército — e também youtuber — Douglas Silva, 38, conta que o “centrão” no Congresso é o maior impedimento para que Bolsonaro comece a governar como prometeu. Esperançoso, porém, Douglas diz acreditar que a reforma da Previdência, a instauração da CPI da “Lava Toga” e  o Pacote Anti-Crime de Moro serão realidade ainda neste ano.

Ave império!

Depois de tocar no último volume uma versão pró-Bolsonaro de Bella Ciao — canção símbolo da luta contra o fascismo na Itália de Mussolini —, o carro de som do Movimento Brasil Conservador anunciou que “um dos fundadores do canal Terça Livre”, seria o próximo a discursar. 

Leia também: “Grande maioria foi às ruas com pautas legítimas e democráticas”, diz Bolsonaro


discurso em carro de som
João Cesar Diaz

Bandeiras do império dividiam espaço com retratos de Olavo de Carvalho e do presidente Jair Bolsonaro

“Viva o imperador!” — “Viva o Dom Luiz! A bandeira do império voltará a tremular!”, foi assim que o youtuber finalizou seu discurso a favor das reformas propostas pelo governo.

O canal, que caiu nas graças de Bolsonaro, foi um dos que o entrevistaram em setembro do ano passado junto a alguns outros youtubers que o presidente recomendou como “excelentes canais de informação”

“Luto pela monarquia constitucional parlamentarista”, explica Eliéser de Almeida, 31. Ele e sua mulher, Rosângela Vargas, 53, compareceram a todas manifestações pró-Bolsonaro desde 2015. “Bolsonaro é o primeiro passo”, diz. “Quando a monarquia voltar ele será um primeiro-ministro ou algo do tipo.”

Leia também: Manifestantes fazem oração no local em que Bolsonaro foi esfaqueado em Minas

Não queremos MBL

A ausência do Movimento Brasil Livre, que lançou figuras como Kim Kataguiri e Arthur do Val (do canal MamãeFalei), na manifestação foi tema de chacota nos discursos de todos os carros de som. “Não precisamos de MBL”,  exclama a youtuber Paula Marisa. “Não precisamos do Centrão!”

“Movimento bunda livre! Bunda Livre!”, cantavam os manifestantes.

De fora do ato, o MBL não quis se misturar à manisfestação que pedia o fim do STF e o fechamento do Congresso. “Obviamente, tais pautas antirrepublicanas não são compartilhadas pelo MBL, e pelo bem das reformas e do país ficaremos de fora deste ato”, divulgou, em nota no Facebook, o MBL.

Espetáculo

“Sempre venho na Paulista, ou em shows vender minha mercadoria. A Heineken está saindo muito”, diz, contente, o ambulante Erasmo Rodrigues, 36. “É minha primeira vez numa manifestação. Só vim porque sabia que não teria polícia, bala de borracha, essas coisas.”

Das saídas da estação do Metrô Trianon-Masp não paravam de sair gente com vestidas à caráter (verde-amarelo).  “Bandeira do Brasil no desconto! R$ 5 aqui!”, anunciava o ambulante que montou seu ponto de venda encostado às escadas rolantes do Metrô.  O vendedor não deu muita sorte, porém. A atenção do pessoal recém-chegado na manifestação já tinha dono. 

Em um tatame de borracha um homem vestido de esqueleto trocava golpes com outro lutador. O show da trupe “Crazy Freestyle Wrestling”  também juntava parte das dezenas de manifestantes que percorriam a Paulista de um carro de som para o outro.


luta
João Cesar Diaz

Golpe que tirou o cinturão do Homem-Esqueleto

Continue lendo

Polícia

Política MT

Política Nacional

Polícia Federal

Mais Lidas da Semana