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Mulheres são internadas após usarem aspirador de pó para menstruação acabar

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Women's Health

Menstruação faz parte da natureza feminina, assim como todo o ciclo ao longo do mês. Contudo, algumas mulheres têm arriscado a saúde na tentativa de fazer a menstruação acabar mais rápido.

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mulher chorando no hospital
shutterstock

Mulheres foram internadas após tentar fazer extração menstrual

Uma enfermeira revelou através do Twitter que duas moças foram internadas após usarem aspirador de pó para tentarem antecipar o fim do sangramento menstrual.

A profissional relatou que as pacientes de 19 e 23 anos sugaram o sangue para acabar antes com o período. “Moças, por favor parem de usar o aspirador de pó para terminar seu período antes. Você estará sugando mais do que apenas sangue. Tivemos dois casos disso essa semana e as duas mulheres tiveram que ser internadas. Apenas parem!”, escreveu na rede social.

Embora ainda não haja informações nas redes sociais a respeito do real motivo que levou essas mulheres a quererem fazer menstruação acabar mais rápido , muitas pessoas disseram em resposta ao Tweet da enfermeira que a prática poderia ser vista como uma tentativa caseira de “extração menstrual”.

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O que é extração menstrual?

A extração menstrual foi desenvolvida em 1971 por membros de uma clínica de auto-ajuda de saúde reprodutiva, nos Estados Unidos. Na ocasião, as ativistas feministas norte-americanas Lorraine Rothman e Carol Downer inventaram um dispositivo caseiro de sucção. Embora criada supostamente para remover o sangue, o produto também fora usado para realizar abortos caseiros no país na ocasião.

Vale ressaltar que este método foi criado antes do surgimento do caso Roe contra Wade (ou Roe vs. Wade), ocorrido em 1973. Trata-se do processo judicial pelo qual a Suprema Corte dos Estados Unidos reconheceu o direito ao aborto ou interrupção voluntária da gravidez, nos Estados Unidos, e classificava qualquer tentativa de intervenção do Estado como uma violação do direito constitucional à privacidade da mulher.

Atualmente, é mais que claro que dispositivo para extração menstrual não é nem um pouco seguro (seja nos Estados Unidos, no Brasil ou qualquer lugar do mundo!). E usar um aspirador de pó para o mesmo propósito é algo ainda mais perigoso.

“Você pode danificar a superfície da vagina e correr o risco de ter mais sangramento ou se infectar”, explicou Shazia Malik, ginecologista do The Portland Hospital for Women and Children, de Londres (Inglaterra), ao site da Vice. “Dá para imaginar os germes da mangueira do aspirador e o poder de sua sucção que ele tem. Há risco de causar um trauma genital. Você pode danificar o colo do útero e acabar sofrendo dores intensas.”

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Além disso, não é uma técnica que vá acelerar o fim do sangramento menstrual, uma vez que este “é um processo ativo e natural”, de acordo com Adeeti Gupta, obstetra e fundadora da Walk In GYN Care, em Nova York (EUA).

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Mulher

Eu estava desesperada, diz jovem que foi “sugar baby” para pagar sua faculdade

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A história de Jessica Hyer não é exatamente incomum. Aos 19 anos, a jovem britânica se viu endividada enquanto cursava Inglês e Dramaturgia na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Sem apoio financeiro da família, visto que ela saiu de casa três anos antes e vinha se sustentando sozinha desde então, ela viu a solução para os seus problemas em um anúncio.

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sugar baby
Reprodução/Facebook/Jessica Hyer

Jessica Hyer diz que passou a trabalhar como “sugar baby” por não ter dinheiro

A propaganda no Facebook direcionava para um site no qual homens, geralmente mais velhos, “patrocinavam” mulheres mais jovens, uma relação entre “sugar daddy” e ” sugar baby “. “Eles fazem você pensar que esses homens são mentores, que eles vão te ajudar na carreira, que não te veem de maneira sexual, quando, na realidade, sexo é o objetivo final”, desabafa Jessica em entrevista ao site Manchester Evening News.

Jessica conta que uma das poucas experiências “glamurosas” que teve como “sugar baby” foi quando um cliente a buscou de Lamborghini e lhe deu uma quantia em dinheiro vivo que ela nunca havia visto na vida. No início, ela diz que eram apenas encontros, pelos quais ela recebia de 70 a 150 libras (R$ 340 a R$ 728, segundo a conversão do BC) mas conforme sua situação financeira se deteriorava, passou a topar mais riscos: “Eu estava desesperada”.

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“Alguns dos meus amigos pensavam que [ser ‘sugar baby’] era divertido e glamuroso, mas só porque eu não contava para ninguém como realmente era, a maioria das mulheres não conta”, relata a britânica, hoje com 24 anos.

sugar baby Jessica Hyer
Reprodução/Facebook/Jessica Hyer

Sexo é o objetivo, diz Jessica sobre encontros

Embora chegasse a receber cerca de 600 libras (cerca de R$ 2,9 mil) em uma noite em raras ocasiões e o dinheiro a sustentasse, Hyer diz que receber dinheiro em troca de sexo a isolou e a fez sentir que não havia apoio para “pessoas como ela”. 

“Não estou dizendo que todos os homens não são legais, mas, na minha experiência, a grande maioria deles não te trata como se você fosse um humano. Um ‘ sugar daddy ‘ disse uma vez para mim: ‘Eu geralmente vou atrás de meninas menos atraentes porque elas são menos confiantes’”, explica Jessica.

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Em quatro anos como “sugar baby”, a jovem estima que saiu com cerca de 50 homens. Hoje, recuperada com ajuda de terapia e de seu parceiro, Jessica afirma que quer ajudar mulheres e homens que têm dificuldades de deixar esta vida para trás.

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