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MP pede investigação de PM que disse que ia “brincar com comunas” em dia de ato

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PM publica foto com colegas e diz que vai
Reprodução

PM publicou foto com colegas e disse que iria ‘brincar com comunas’ na Esplanada

O Ministério Público do Distrito Federal (MP-DF) enviou um ofício à Polícia Militar pedindo que a conduta do policial que afirmou, em rede social, que ia “brincar com os comunas” seja investigada. De acordo com o MP, a fala do militar constitui “inequívoco discurso de ódio”.

O caso aconteceu nesta quarta-feira (15), quando o policial publicou uma foto com colegas dentro do veículo da corporação e disse que estava indo “brincar com comunas ” na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O local foi um dos que sediaram manifestações de estudantes e professores contra os cortes na Educação .

Ainda ontem, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP/DF) informou que a postagem do policial militar não condizia com o padrão profissional da Polícia Militar do DF, além de contrariar normas de conduta preconizadas pela SSP/DF. A pasta determinou ainda que fosse aberto um procedimento administrativo para análise do caso.

Após a onda de  protestos que marcaram o País ontem, entidades da sociedade civil já organizam novas manifestações para o dia 30 de maio. O tema das manifestações será o mesmo: em repúdio ao bloqueio de recursos para a educação anunciado pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

De ” comunas ” ou não, as mobilizações de ontem se espalharam por mais de uma centena de cidades em todos os 26 Estados e no Distrito Federal e reuniu estudantes, professores, entidades da sociedade civil e partidos políticos. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a greve nacional prevista na agenda de atos de ontem contou com o engajamento de ao menos dois milhões de trabalhadores.

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Professora é presa após levar arma carregada e facas a escola infantil nos EUA

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Professora EUA
Divulgação/Pinella’s County

Segundo relatos, professora apresentou arma carregada para crianças da quarta série

Uma professora da cidade de Seminole, no estado norte-americano da Flórida, foi presa após levar uma arma carregada e duas facas para a escola em que trabalhava e apresentar aos alunos durante uma aula.

Segundo informações da CNN, Betty Soto, que era professora de crianças da quarta série na Starkey Elementary School, portava uma Glock 9mm com sete balas e duas facas de caça no dia do incidente.

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“Jamais imaginaria que algo assim pudesse acontecer na escola . Fico pensando se agora eles terão que começar a revistar as bolsas dos professores ou colocar um detector de metal na porta da instituição”, lamentou Erica Kennedy, mãe de duas crianças que estudam no local.

Apesar de ter posse de arma , Soto acabou presa por não ter porte de arma, o que a proibiria de levar o armamento para a escola. Questionada por repórteres ao ser conduzida para a delegacia o motivo de ter ido para o trabalho armada, ela respondeu: “pergunte ao governador DeSantis”.

Recentemente, o governador da Flórida ( EUA ), Ron DeSantis, aprovou lei que autoriza professores a andarem armados nas escolas e faculdades do Estado.  A medida, que só entrará em vigor a partir de outubro, deve ser confirmada por cada instituição que optar por aceitá-la, uma vez que não é obrigatória. Os professores que se candidatarem deverão passar por treinamentos e teste psicológicos.


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Presa no início da semana, Soto aguarda julgamento na delegacia do condado, quando deve ser indiciada por porte ilegal de arma.

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