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Economia

Ministério da Economia diminui para 0,81% crescimento do PIB em 2019

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Mercado financeiro estima inflação de 3%2C94% para 2018 arrow-options
Reprodução

Ministério da Economia prevê inflação de 3,8% para este ano

A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 caiu, passando de 1,6% para 0,81%. A revisão foi anunciada nesta sexta-feira (12) pelo Ministério da Economia, que também informou que para 2020, a previsão também diminuiu: reduzindo de 2,5% para 2,2%.

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Em relação à estimativa da inflação para 2019, o número foi revisado e reduzido de 4,1% para 3,8%. A meta do Banco Central é que neste ano a inflação seja de 4,25%, mas há um intervalo de tolerância do sistema de metas que varia de 2,75% a 5,75%.

As previsões oficiais foram semelhantes ao que foi divulgado no último relatório Focus, realizado pelo Banco Central. O estudo é feito com base em informações de analistas do mercado financeiro, e, em linhas gerais, prevê um crescimento de 0,82% para o PIB de 2019 e uma inflação de 3,8%.

O documento publicado pelo Ministério da Economia, indica que para o segundo trimestre de 2019 a recuperação econômica continua lenta.

Impacto da reforma da Previdência

Discutida nesta semana na Câmara dos Deputados, o governo aposta que a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

O documento aponta, ainda, que a aprovação da reforma da Previdência terá um papel importante no crescimento econômico. “A retomada do crescimento da economia brasileira deverá passar necessariamente por um conjunto de reformas de reequilíbrio fiscal, onde a nova Previdência assume papel de protagonismo, bem como reformas pró-mercado”, diz o texto do Ministério da Economia.

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Sobre as previsões para 2020, a Secretaria de Política Econômica acredita que a redução da expectativa do crescimento se caracteriza “substancialmente ao efeito base, ou seja, o menor patamar do PIB neste ano afetará o desempenho do PIB em 2020”.

Em entrevista coletiva, durante a apresentação das novas previsões, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que, com a aprovação da reforma da Previdência, há grandes chances de um aumento de 0,5 ponto percentual por ano o crescimento anual do PIB.

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Economia

Netflix decepciona investidores ao crescer menos que o esperado no trimestre

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Receita subiu de US$ 3,91 bilhões para US$ 4,92 bi. Analistas esperavam US$ 4,93 bilhões

A Netflix adicionou menos assinantes trimestrais do que Wall Street esperava e sua base de clientes nos Estados Unidos encolheu à medida que sua programação não conseguiu atrair novos clientes, alertando investidores para a crescente concorrência.

As ações da Netflix caíram 13% no after-market desta quarta-feira (17), após a companhia divulgar resultados trimestrais e informar que perdeu 130 mil clientes dos EUA.

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O serviço de streaming de vídeo dominante do mundo informou que atraiu 2,83 milhões de novos assinantes fora dos EUA, abaixo das expectativas de analistas que era de 4,8 milhões, segundo dados do IBES da Refinitiv. Analistas previam ganho de 352 mil nos Estados Unidos.

A Netflix previu crescimento de 7 milhões de clientes pagos no terceiro trimestre, com a ajuda de uma nova temporada do thriller sobrenatural “Stranger Things”, lançada em 4 de julho. Isso é mais otimista do que os 6,6 milhões previstos pelos analistas consultados pela Refinitiv.

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O lucro líquido caiu para US$ 270,7 milhões (US$ 0,60 por ação) no trimestre encerrado em 30 de junho, ante US$ 384,3 milhões (US$ 0,85 por ação) um ano antes. Já a receita total subiu de US$ 3,91 bilhões para US$ 4,92 bilhões. Analistas, em média, esperavam receita de US$ 4,93 bilhões.

Segundo o estrategista-chefe da Avenue Securities, William Castro Alves, um dos pontos de preocupação do mercado em relação à Netflix é que um menor crescimento coloca em xeque a solidez de seu balanço. Ele lembra que a empresa possui uma dívida total de US$ 12,6 bilhões e uma caixa de US$ 5 bilhões. Só neste primeiro semestre, a empresa queimou  mais de US$ 1 bilhão em atividades operacionais e investimento.  

“Quando há crescimento, é mais fácil contar com a leniência dos credores, mas e quando esse crescimento não vem? Como ficam as promessas de reverter a queima de caixa?  A empresa justificou a falta de crescimento pelo aumento de preços  que fez em algumas regiões e não vê problema na concorrência. Mas como fica a rentabilidade futura se a base de assinantes não cresce?” questiona Castro Alves.

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