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Menino é resgatado após ficar para o lado de fora de janela no 13º andar; veja

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menino janela
Reprodução/Youtube

Vizinho percebeu menino de 5 anos chorando e tentou ajudar

Um menino de cinco anos foi resgatado após ficar em pé do lado de fora da janela do apartamento em que morava, no 13° andar de um prédio situado na província de Jiangsu, na China. Em vídeo, a criança aparece em pé na beirada da janela e segurando no batente, enquanto o vizinho, Zhou Shaoting, tenta ajudar.

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Segundo o jornal britânico The Sun , a criança havia sido deixada em casa sozinha e saído para o parapeito da janela, a cerca de 40 metros do chão. Shaoting foi o primeiro a ouvir o choro e a perceber que o menino estava correndo risco.

“Era muito perigoso, o menino poderia escorregar e morrer”, afirmou o vizinho à imprensa local. Para tentar salvar a criança , Shaoting ainda subiu na janela para segurar o menino com uma das mãos. 

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Assista ao vídeo divulgado pela imprensa chinesa:

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Os guardas e seguranças do prédio ainda chegaram a usar um lençol como uma rede de segurança, enquanto os profissionais não chegavam. Antes mesmo do resgate dos bombeiros, o avô do menino voltou para o apartamento e puxou o neto para dentro.

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Manifestão é bem-vinda se tiver “objetivos democráticos”, diz Mourão

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Mourão
Alan Santos/PR – 24.4.2019

Hamilton Mourão disse que manifestações são “bem-vindas se tiverem objetivos democráticos”

O vice-presidenteHamilton Mourão indicou nesta sexta-feira, no último dia de sua visita à China, que vê favoravelmente as manifestaçõesmarcadas para domingo em apoio ao governo Bolsonaro. Em viagem a Paris, o chanceler brasileiro,Ernesto Araújo , destacou que espera dos atos a demonstração do “forte anseio da população” pelas reformas propostas pelo governo, sobretudo a previdenciária. 

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“Toda e qualquer manifestação, desde que seja pacífica e com objetivos democráticos, ela é bem-vinda”, disse Mourão , que antes havia relutado em fazer comentários sobre assuntos domésticos enquanto estivesse fora do Brasil.

Em entrevista a jornalistas brasileiros após a conclusão de sua agenda oficial na China, porém, o vice-presidente manifestou desconforto com o clima de confrontação política que existe hoje no Brasil, e que para ele representa um entrave inclusive para a projeção do país no mundo.

“Temos que arrumar a nossa casa. A casa está um pouco desorganizada, não é só na questão econômica, nós estamos vivendo hoje discussões dentro do país que não é necessário discutir da forma como estão sendo travadas, suscitando ódios”, disse. “Nós temos que voltar a ser um país mais homogêneo na discussão dos pontos de vista e de como nos conduzir. E nós temos que construir um projeto, um norte para o país”, explicou.

Houve na comitiva brasileira que acompanha o vice-presidente na China quem se sentisse aliviado porque a chegada de Mourão está prevista para domingo à noite, portanto provavelmente depois das manifestações previstas por apoiadores de Bolsonaro . Da China o vice-presidente viaja para a Itália, onde passa um dia.

O último compromisso de Mourão na China foi um encontro com o presidente do país, Xi Jinping, em Pequim. Para o vice-presidente, o principal objetivo da visita foi alcançado: abrir o canal de diálogo com a segunda maior economia do mundo. No encontro com Xi, Mourão transmitiu um convite do presidente Jair Bolsonaro para que o presidente chinês visite a China, o que deve ocorrer no segundo semestre, na cúpula dos Brics. Também manifestou o interesse de Bolsonaro de vir à China ainda neste ano.

‘Não é manifestação contra’, diz chanceler

Em encontro com empresários franceses na manhã desta sexta-feira, em Paris, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse esperar que as manifestações de rua de domingo sirvam como sinal do apoio popular à realização de reformas estruturais no país.

O chanceler recebeu no hotel em que está hospedado, na capital francesa, representantes de seis empresas dos setores de energia, aeroespacial, cosméticos, cimento e açúcar: Total, Engie, L’Oréal, Thales, Vicat, Tereos — interessadas, segundo ele, em saber quais as reformas previstas após a da Previdência.

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Araújo defendeu as passeatas deste domingo mais como uma “pressão positiva” às reformas e menos como manifestações de protesto contra o Congresso ou o Judiciário.

“O presidente tem feito questão de dizer que são manifestações espontâneas. Me parece relevante, porque mostra o grau de engajamento popular que existe hoje com os processos político e de reformas, algo que não tem muito precedente no Brasil. É uma manifestação basicamente a favor de determinadas coisas: da reforma da Previdência, da legislação anticrime, da MP 870, que agora já foi aprovada. Não é uma manifestação contra. O sinal básico que vejo é de apoio ao processo de reformas e de uma pressão positiva, construtiva sobre o Congresso para avançar no sentido que entendemos como essencial para todo o programa do governo”, disse, depois, em entrevista a jornalistas brasileiros.

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