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Jovens suspeitos da venda de drogas perto do RU da UFMT são presos pela Polícia Civil

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Assessoria | PJC-MT

Dois jovens suspeitos de comercializarem entorpecentes em universidade e escolas na região do Coxipó, em Cuiabá, foram presos pela Polícia Judiciária Civil, na quinta-feira (11.07). A ação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) para cumprimento de mandados de busca, e resultou também na apreensão de maconha.

Lucas Gabriel Prado Lopes, 23, conhecido como “Prado”, e Lucas Vinícius Barreto, 20, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, durante investigações para identificar e prender traficantes atuantes na Capital.

As informações são de que os suspeitos traficavam drogas para alunos na praça do restaurante universitário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e nas proximidades de diferentes escolares públicas e particulares, situadas na região dos bairros das adjacências.

Os policiais civis descobriram dois suspeitos, que vinham usando endereços nos bairros Jardim das Américas e Jardim Guanabara, para guardar entorpecentes.

Com base nos indícios da prática de tráfico de drogas, a Polícia Civil representou pelos pedidos de busca e apreensão domiciliar, decretados pelo juízo da 9ª Vara Especializada em Delito de Tóxicos da Comarca de Cuiabá.

Os investigadores foram até o primeiro local, residência de Lucas Vinícius Barreto. Ao receber a equipe na casa, ele assumiu os fatos. O jovem entregou uma porção de maconha que estava sobre o sofá, embalada e pronta para venda. Na residência também foi apreendido um notebook e R$ 20 em dinheiro.

Ato contínuo os policiais civis deslocaram-se para o segundo endereço, alvo da ordem de busca e apreensão. No entanto, foi informado que o suspeito Lucas Gabriel Prado, havia alugado outra casa, visando facilitar o armazenamento e a venda de entorpecentes.

Diante dos fatos, os investigadores seguiram para o novo endereço e lá encontraram  Lucas Gabriel, quando ele chegava na casa em uma motocicleta de cor vermelha. No local foi encontrado meio tablete de maconha, cinco porções embaladas da mesma substância, dinheiro e balança de precisão.

Após o flagrante, ambos foram levados para DRE, interrogados e presos por tráfico de drogas. Ao serem interrogados, Lucas Gabriel e Lucas Vinícius foram apresentados para audiência de custódia, à disposição da Justiça.

 

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Polícia Civil apreende 232 bolsas réplicas de grifes famosas

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil apreendeu 232 produtos (bolsas e carteiras) réplicas de grifes famosas na sétima fase da operação Fictus VII, realizada na manhã desta quarta-feira (17), pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) em conjunto com o Procon de Cuiabá e apoio da equipe da Diretoria de Execução Estratégica (DEE).

A mercadoria, sendo  211 bolsas e 21 carteiras, foi apreendidas em duas lojas do Shopping Popular, no bairro Dom Aquino,  na Capital. Em um Box foram 138 cópias de bolsas de marcas Victor Hugo e Louis Vuitton, e no segundo foram 21 carteiras e 73 bolsas, falsificadas da marca brasileira e francesa.

Um dos proprietários informou aos policiais que os produtos são oriundos de São Paulo e que tem conhecimento serem de “segunda linha”, ou seja, falsificados.

O Procon lavrou auto de constatação e infração contra os dois estabelecimentos.

O delegado da Decon, Antônio Carlos Araújo, informou que serão instaurados dois inquéritos policiais e após perícia da Politec ficar constatado que os produtos são falsificados os responsáveis pelos estabelecimentos serão indiciados. 

Os dois proprietários foram conduzidos à Delegacia do Consumidor e poderão ser responsabilizados em crimes relativos a condutas praticadas no comércio de produtos falsificados ou pirateados, que estão tipificadas no artigo 190, inciso 1 da Lei 9.279/96, do Código de Propriedade Industrial, pena detenção de 3 meses a 1 ano; artigo 7, inciso 7, VII, da Lei 8.137/90 da lei contra as Relações de consumo, pena de 2 a 5 anos ou multa; por fraudes no comércio, previsto no artigo 175, inciso I do CPB, e ainda por infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90 em seu artigo 67).

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