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Nacional

Flávio Bolsonaro nega lavagem de dinheiro: “Vítima de vazamentos ilegais”

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Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
Marcos Oliveira /Agência Senado – 8.5.19

Flávio Bolsonaro nega lavagem de dinheiro e se diz vítima: “Tudo será provado”

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) se defendeu das  acusações do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) de que ele teria lucrado até 292% em transações imobiliárias suspeitas de lavagem de dinheiro . De acordo com o parlamentar, ele está ‘sendo vítima de seguidos e constantes vazamentos de informações’.

“Não são verdadeiras as informações vazadas na revista Veja acerca de meu patrimônio. Continuo sendo vítima de seguidos e constantes vazamentos de informações contidas em processo que está em segredo de justiça”, escreveu Flávio Bolsonaro no Twitter.

“Os valores informados são absolutamente falsos e não chegam nem perto dos valores reais. Sempre declarei todo meu patrimônio à Receita Federal e tudo é compatível com a minha renda”, acrescentou o filho do presidente.

Flávio ainda garantiu que seu passado é limpo e que jamais cometeu ‘qualquer irregularidade’. “Tudo será provado em momento oportuno dentro do processo legal”.

Por fim, o parlamentar disse lamentar que ‘algumas autoridades do Rio de Janeiro continuem a vazar ilegalmente à imprensa informações sigilosas, querendo conduzir o tema publicamente pelos meios de comunicação e não dentro dos autos’.

Entenda a acusação do MP contra Flávio Bolsonaro


Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
Edilson Rodrigues/Agência Senado – 9.5.19

Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) foi acusado de lavagem de dinheiro pelo MP-RJ

De acordo com o MP-RJ, Flávio Bolsonaro adquiriu 19 imóveis por R$ 9,4 milhões entre 2010 e 2017 e fez operações de venda que lhe renderam lucros de R$ 3 milhões no período.

Um dos casos relatados é o de um apartamento na Avenida Prado Júnior, em Copacabana , no Rio, adquirido por ele em novembro de 2012 por R$ 140 mil e revendido em fevereiro de 2014 por R$ 550 mil, gerando um lucro de R$ 410 mil em pouco mais de um ano.

Segundo levantamento feito pelo MP, a valorização do imóvel foi de 292% no período, em contraste com a valorização imobiliária média da região de Copacabana, que no mesmo período foi de 11%.

Os investigadores apontam outra transação envolvendo imóvel no mesmo bairro, desta vez na Rua Barata Ribeiro. Comprado também em novembro de 2012 por R$ 170 mil, o apartamento foi vendido em novembro de 2013 por R$ 573 mil, gerando um lucro de R$ 403 mil, equivalente a 273%. Nesse período, os imóveis do bairro valorizaram em média 9%.

Outro caso citado como suspeito de lavagem pelo MP foi a venda de imóveis para uma empresa com sede no Panamá. Entre dezembro de 2008 e setembro de 2010, Flávio Bolsonaro comprou 12 salas comerciais em um condomínio na Barra da Tijuca pelo preço total de R$ 2,6 milhões.

Elas foram revendidas em outubro de 2010 por R$ 3,1 milhões para a empresa MCA Exportação e Participações. “Mais do que o preço da transação, chama atenção o fato de a pessoa jurídica adquirente ter como sócia outra empresa com sede no Panamá (Listel)”, aponta o MP.

Segundo os promotores que assinam a peça contra Flávio Bolsonaro , “um dos mais tradicionais métodos de lavagem de dinheiro consiste na remessa de recursos ao exterior através de empresas off-shore, sediadas em paraísos fiscais, onde torna-se mais difícil apurar os reais beneficiários das transações envolvendo essas companhias”.

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Professora é presa após levar arma carregada e facas a escola infantil nos EUA

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Professora EUA
Divulgação/Pinella’s County

Segundo relatos, professora apresentou arma carregada para crianças da quarta série

Uma professora da cidade de Seminole, no estado norte-americano da Flórida, foi presa após levar uma arma carregada e duas facas para a escola em que trabalhava e apresentar aos alunos durante uma aula.

Segundo informações da CNN, Betty Soto, que era professora de crianças da quarta série na Starkey Elementary School, portava uma Glock 9mm com sete balas e duas facas de caça no dia do incidente.

Leia também: Intruso invade casa nos EUA, faz faxina completa e vai embora sem levar nada

“Jamais imaginaria que algo assim pudesse acontecer na escola . Fico pensando se agora eles terão que começar a revistar as bolsas dos professores ou colocar um detector de metal na porta da instituição”, lamentou Erica Kennedy, mãe de duas crianças que estudam no local.

Apesar de ter posse de arma , Soto acabou presa por não ter porte de arma, o que a proibiria de levar o armamento para a escola. Questionada por repórteres ao ser conduzida para a delegacia o motivo de ter ido para o trabalho armada, ela respondeu: “pergunte ao governador DeSantis”.

Recentemente, o governador da Flórida ( EUA ), Ron DeSantis, aprovou lei que autoriza professores a andarem armados nas escolas e faculdades do Estado.  A medida, que só entrará em vigor a partir de outubro, deve ser confirmada por cada instituição que optar por aceitá-la, uma vez que não é obrigatória. Os professores que se candidatarem deverão passar por treinamentos e teste psicológicos.


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Presa no início da semana, Soto aguarda julgamento na delegacia do condado, quando deve ser indiciada por porte ilegal de arma.

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