conecte-se conosco


Internacional

Explosão em supermercado causa incêndio e deixa ferido na zona sul de São Paulo

Publicado

em

explosão
Reprodução/TV Globo

Um explosão que atingiu um supermercado causou incêndio e deixou um homem gravemente ferido em São Paulo

Uma explosão ocorrida na manhã desta quarta-feira (12) provocou um incêndio em um supermercado na região da Vila Sônia, bairro localizado na zona sul da capital paulista. No incidente, um homem de 50 anos ficou ferido. A vítima teve 50% do seu corpo queimado, de acordo com os bombeiros que trabalham na ocorrência.

Leia também: Incêndio de grandes proporções atinge prédio comercial no Brás, em São Paulo

Localizado na rua Silvio Dante Bertacchi, o imóvel ficou destruído. Como o episódio aconteceu pouco antes das 6h30 desta quarta, o número de vítimas foi menor, pois o supermercado não estava aberto ainda. Segundo o Corpo de Bombeiros a explosão ocorreu após um vazamento de gás.

No jornal Bom Dia SP , da TV Globo , imagens mostram que o telhado do mercado caiu no chão. Além disso, pelo menos um pavimento cedeu. Pela manhã, cinco viaturas dos bombeiros foram até o local para combater as chamas

Leia também: Incêndio atinge área de oleoduto na Zona Leste de São Paulo

Ainda segundo o jornal, a vítima, que estava no segundo andar do imóvel no momento da explosão, foi resgatada e levada ao hospital pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros . A via onde fica o supermercado foi bloqueada e vizinhos do empreendimento declaram preocupação com seus imóveis. 

As causas da explosão ainda são desconhecidas e, por volta das 7h50, muitos bombeiros ainda estavam no local, tentando resfriar o imóvel para evitar o surgimento de novos focos de incêndio. Não há previsão para a normalização da via onde fica o supermercado

Leia também: Faculdade de Direito da USP é atingida por princípio de incêndio

publicidade
Clique para comentar

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Internacional

Holiday quer dificultar aborto legal e propõe até ‘internação psiquiátrica’

Publicado

em

por

Vereador Fernando Holiday (DEM)
André Bueno / CMSP

Vereador Holiday (DEM) quer dificultar aborto legal em São Paulo e propõe até ‘internação psiquiátrica’

O vereador Fernando Holiday (DEM) apresentou um projeto de lei no fim de maio que dificulta a realização do aborto nos casos já permitidos por lei, na cidade de São Paulo. O  PL 352/2019  permite, por exemplo, a internação psiquiátrica de mulheres grávidas que tenham “propensão ao abortamento ilegal”.

Leia também: Barroso diz que “se homens engravidassem”, aborto não seria criminalizado

Atualmente, o aborto pode ser realizado nos casos em que houve estupro, o feto não tem cérebro ou há risco para a vida da mulher. Para realizar o procedimento nessas ocasiões, caso o projeto de lei seja aprovado na Câmara Municipal de São Paulo, a mulher terá que obter alvará judicial.

O texto diz ainda que, antes da realização do procedimento, a mulher que conseguir o alvará deve aguardar pelo menos 15 dias e, neste período, ela será submetida obrigatoriamente a “atendimento psicológico com vistas a dissuadi-la da ideia de realizar o abortamento”, além de atendimento psicossocial para falar sobre a possibilidade de adoção “em detrimento do abortamento”.

Leia também: 41% dos brasileiros são contra o aborto em qualquer situação, diz Datafolha

Outro ponto do projeto afirma que a mulher disposta a abortar deve ser submetida a exame de imagem e som “que demonstre a existência de órgãos vitais, funções vitais e batimentos cardíacos” do feto. O vereador pede ainda que a mulher que desejar realizar um aborto legal deverá passar obrigatoriamente por atendimento religioso, “sempre que ela e seus pais expressarem qualquer forma de teísmo”.

Em seu Twitter, nesta segunda-feira (24), o vereador comentou a proposta e se defendeu das críticas dizendo que a internação só valerá para “mulheres dependentes químicas ou com doenças mentais que, por conta disso, resolvam abortar”, nos termos da Lei federal 10.216 de 2001.

Fernando Holiday já havia dito na mesma rede social, na última quinta-feira (20) que “embora o projeto ainda esteja no início da tramitação, organizações feministas já estão agindo contra a proposta de preservação da vida. É um bom sinal”.

Leia também: Legalização do aborto no STF pode levar mais de cinco anos para ser decidida

Caso seja aprovada, a lei entrará em vigor após 180 dias de sua publicação. O município também teria que “disponibilizar um número telefônico gratuito, de atendimento anônimo, a fim de dar assistência psicológica às gestantes” que pensam em realizar o aborto .

Continue lendo

Polícia

Política MT

Política Nacional

Polícia Federal

Mais Lidas da Semana