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Estranho no ninho de Hollywood, Justice Smith muda de patamar ao lado de Pikachu

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“A primeira vez que eu vi o trailer eu até esqueci que estava no filme”, diz Justice Smith, um dos mais jovens talentos em ascensão no cinema norte-americano ratificando a percepção “estranho no ninho” em papo com o iG Gente durante sua passagem por São Paulo em dezembro  para promover “Pokémon: Detetive Pikachu” na CCXP 2018.

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Detetive Pikachu
Divulgação

Justice Smith, protagonista de “Detetive Pikachu”, fala ao iG

Aos 23 anos, Justice Smith já estrelou pelo menos uma produção que é objeto de culto, a série de Baz Luhrmann para a Netflix “The Get Down”. Entre o teatro, estreou uma peça off-Broadawy em janeiro ao lado de Isabelle Huppert, e o cinema, “Detetive Pikachu” marca sua estreia como protagonista de uma superprodução depois da bem-sucedida participação em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (20018), o jovem ator, que integrou a mais recente lista de artistas mais poderosos com menos de 30 anos, tenta manter a sanidade.

“Sempre quis ser ator, mas nunca foquei no sucesso disso”, observa. “É tudo muito surreal”. Smith comenta que sente a pressão por estampar o cartaz de uma das grandes produções da Warner em 2019, mas que se “conforta rapidamente” porque a resposta do público ao projeto como um todo tem sido ótima.

De fato, quando o primeiro trailer saiu a desconfiança que pairava sobre a produção evaporou e no primeiro fim de semana em cartaz nos EUA e nos principais mercados, inclusive o Brasil, o longa arrecadou cerca de US$ 170 milhões. Nada mal com os Vingadores na concorrência.

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Trabalho com Ryan Reynolds


Detetive Pikachu
Divulgação

Justice Smith em cena de “Detetive Pikachu”

Smith conta que não conhecia o game “Detetive Pikachu” antes de entrar no projeto, mas que entendia a proposta porque já havia jogado muitos games de Pókemon, sendo Pókemon Go o principal deles. Ele até se engajou no jogo que inspira o filme, mas não chegou a termina-lo.

De toda forma, isso não foi uma questão já que há muitos easter eggs no longa para outros jogos e outros pókemons.

O ator admite que foi difícil interagir com o vazio e com fundo verde. “Já é suficientemente difícil atuar com pessoas de verdade, imagina com efeitos especiais”, se diverte. “Mas acho que o visual ficou maravilhoso”.


The Get Down
Divulgação

Justice Smith em cena de The Get Down”

Ele diz que Ryan Reynolds , que dá voz ao Pikachu, foi ao set uma semana antes deles começarem a gravar para que pudessem estabelecer a dinâmica da relação deles e que este foi “um processo muito divertido já que Ryan é um comediante natural”.

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Ainda deslumbrado com o lugar que ocupa e com as perspectivas sobre seu futuro, Justice Smith diz que tenta ver tudo “objetivamente”, mas admite que Pikachu virou seu Pokémon favorito. “Quem não ama o Pikachu”?

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BTS cita “juntos e shallow now” durante show em São Paulo

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Um coro de quatro minutos ecoou quando Jimin, Jungkook, RM, Jin, V, J-Hope e Suga subiram ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, no sábado (25), com direito a samba no pé e referência a “juntos e shallow now” no fim. O show começou pontualmente às 19h, sem apresentação de abertura. 

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bts
Reprodução/Twitter/ForARMYsBTS

O grupo BTS ainda sambou diante dos 42 mil fãs no Allianz Parque, em São Paulo

A recepção com reverência e a devoção na forma de três meses de fila, objetos de algumas centenas de reais e aprendizado de coreano são dignas de superstars. E é como superstars que os sete cantores do BTS , maior fenômeno de K-pop da atualidade, se apresentam no palco: fogo, pilastras gregas, duas estátuas de panteras e projeções de templos gloriosos são apenas complemento do grupo performático e seguro no palco.

Eles abrem o show com uma das músicas do álbum que os colocou no “mesmo patamar” dos Beatles. Com “Map of the soul: Persona”, o BTS se tornou o primeiro grupo desde os britânicos a emplacar três álbuns no topo das paradas.

Com “Dionysus” levantaram a plateia de 42 mil pessoas no Allianz Parque. “Vamos roubar a cena, somos demais”, diz a música. O estádio concorda.

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Após duas músicas, eles param o som, conversam com a plateia em coreano, inglês e se arriscam português. Alternam a grandiosidade e o intimismo para cativar as fãs. E ouvem atentamente a cada sessão de gritos.

O show impressiona pela tecnologia e pelos efeitos. São dois palcos ligados por uma passarela e sete telões que viajam pelo mundo com eles.

A turnê “Love yourself: speak yourself” começou em 4 de maio nos Estados Unidos e desembarcou para dois shows no Brasil neste sábado (25) e domingo (26). Após as apresentações brasileiras, eles seguem para a Europa.

De surpresa, surgem no meio do palco e mostram que aprenderam a sambar. “Vocês querem?”, perguntam em português, antes de sambarem um pouco desengonçados.

O BTS também mistura pop efusivo com rap. Não à toa, o grupo tem quatro cantores e três rappers. A diferentona da noite é “Singularity”. A melodia lembra os R&Bs mais românticos e V surge no palco de pijamas em uma cama bagunçada.

Cada um tem oportunidade de brilhar sozinho no palco. Um dos pontos altos é “Euphoria”, solo do queridinho Jungkook. Com um pop mais suave, ele voa pleno sobre a plateia preso a uma tirolesa para cantar os versos sobre amor e êxtase.

“Idol” é uma das mais esperadas da noite. A música que resgatou elementos da cultura típica coreana mas também trouxe batidas de eletrônico fez o Allianz pular com as mãos pra cima e repetir sem parar o refrão “oh oh ooh”.

A última música da noite ajuda a explicar o sucesso do BTS:

“Nesta noite escura (não fique sozinho), como estrelas (nós brilhamos), não desapareça porque sua existência é importante, vamos brilhar”, diz a letra de “Mikrokosmos”.

Com mensagens sobre aceitação e problemas jovens, eles cativam o público pelo apelo emocional.

O cenário é colorido e vibrante: projeções alternam neon e cidades ao redor do mundo e espalham luz por todo o estádio. O palco ganha cama, piano, escadas, pilastras, tirolesa. Fogos de artifício e jatos de fogo completam a pirotecnia.

Show da plateia

Uma hora antes do show começar, o estádio cantava à capela a música “Fire”. Este foi apenas o primeiro canto coordenado.

Para todo o show, o fã-clube elegeu 11 fanchants (reações sincronizadas) que foram de erguer corações vermelhos de papel a cantar trechos de músicas no intervalo.

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Munidos das army bombs (bastões de luz oficiais do grupo, vendidos por R$ 250 no show), lanterna de celular com fita colorida e qualquer outro apetrecho capaz de iluminar, os fãs do BTS acenderam o estádio, também sincronizadamente. 

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