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Internacional

Em vídeo compartilhado por Bolsonaro, advogado de Adélio fala sobre quem o paga

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Adélio Bispo
Reprodução

Adélio Bispo de Oliveira deu uma facada em Bolsonaro durante a campanha eleitoral

O presidente Jair Bolsonaro publicou, na noite desta terça-feira (11), um vídeo em seu Twitter que mostra um dos advogados de Adélio Bispo, Zanone Júnior, sendo entrevistado por uma repórter do site Direita Minas. Na ocasião, o advogado é indagado sobre quem estaria pagando os seus honorários – ou seja, quem estaria custeando a defesa de Adélio.

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“Isso até o juiz federal, lá em cima, quer saber”, respondeu o advogado de Adélio, que se negou a revelar a identidade da pessoa que o paga. Adélio Bispo é acusado de tentativa de homicídio por ter esfaqueado o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, durante um evento de campanha, no ano passado.

No entanto, apesar de não ter revelado o nome de ninguém, Zanone afirmou que emissoras de televisão estariam por trás da defesa de Adélio .

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“Tirando aquele primeiro contato em que a pessoa me pagou, eu, Zanone, no interior do meu escritório, a partir daí, todas as despesas foram bancadas por algumas emissoras de televisão, que eu não vou citar o nome para você e nem para o Brasil”, disse ele após se negar a revelar quem foi o primeiro financiador da defesa. “E também por todos os advogados, que ficarão nesse processo até o fim”, completou o advogado de Adélio Bispo .

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Internacional

Trump inicia campanha de reeleição e economia americana será fator decisivo para a vitória, avalia economista brasileiro nos EUA

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Em meio a rumores de Impeachment, o Presidente Donald Trump confia no atual cenário econômico para assegurar reeleição. Reforma Tributária de sucesso aplicada a empresas, menor desemprego em quase 50 anos, e aumento do PIB americano devem pesar na decisão das urnas, é o que acredita o economista e analista político brasileiro, radicado nos EUA há 30 anos, Carlo Barbieri do Oxford Group.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lança oficialmente sua corrida à reeleição nesta terça-feira, 18 em um grande comício em Orlando-FL. A campanha de reeleição do presidente será anunciada em meio a clamores que pedem o seu impeachment. Pesquisa do Wall Street Journal e da NBC News, revelam que o número de americanos a favor do impeachment subiu 10 pontos percentuais, chegando em 27%, desde o mês passado.

Enquanto isso, Trump usa o twiter para dizer que em seu governo ‘a américa voltou a ser grande novamente’. Alguns dados econômicos confirmam essa afirmação. O crescimento do PIB segue a projeção e a recuperação da economia é pulsante. Uma economia mais forte deu cobertura ao Federal Reserve, neste ano, para acelerar seu ritmo de aumento da taxa de juros. Antes de 2017, o Fed tinha aumentado as taxas apenas duas vezes ao longo de dois anos.

O fortalecimento do mercado de trabalho é outro fator incontestável alcançado na gestão Trump. À medida que a economia se aproxima do pleno emprego e os salários seguem aumentando, os efeitos desse novo cenário geraram aumento do consumo e da produtividade nos Estados Unidos, que registraram a taxa de desemprego mais baixa em quase meio século. Em abril, desocupação ficou em 3,6%, após a criação de 263.000 novos postos de trabalho em maio.

“A expansão econômica dos Estados Unidos é o grande argumento da campanha. O último dado trimestral do PIB Americano, 3,2%, surpreendeu os analistas e foi motivo de grande celebração para o republicano. A diminuição dos impostos para as corporações americanas, que baixou de 35% para 21%, também é um ponto alto. Em suma, Presidente Trump, começou seu governo atraindo de volta aos EUA empresas, aumentou a geração de empregos, o consumo, e o PIB. O resultado foi o aumento do poder de compra e melhora na qualidade de vida dos americanos, fatores que devem pesar muito mais do que a consonância ideológica com Trump na hora de votar”, afirma Carlo Barbieri, economista e analista político que atua nos EUA há 30 anos.

MERCADO ABERTO

Para o especialista, os resultados econômicos da gestão Tump favoreceram também o mercado para iniciativas estrangeiras se posicionarem nos EUA. Dados do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil-EUA, desenvolvido pela Apex-Brasil em parceria com o Brazil-U.S Business Council e a Amcham Brasil os Estados Unidos foram a segunda maior origem das importações brasileiras, totalizando US$ 25,1 bilhões em 2017. Do ponto de vista americano, o Brasil foi o 12o lugar maior mercado de destino de suas exportações, com 2,08 % do total, e foi o 17o maior fornecedor de bens e serviços importadosnos EUA em 2017, com 1,20% do total.

“É cada vez maior o número de empresários brasileiros que apostam no mercado americano para proteger seus patrimônios e garantir seus investimentos. Detectamos um aumento de 25%, somente este ano, na procura por internacionalização de negócios brasileiros aqui nos EUA. O mesmo acontece com empresários do mundo todo, o que nos remete ao indício de que a economia americana segue mostrando solidez e confiabilidade”, afirma Carlo Barbieri que Preside o Oxford Group – maior consultoria de internacionalização de negócios brasileiros nos EUA.

O Mapa Bilateral de Investimentos Brasil/USA 2019, mostram também que o estoque de IED (Investimento Estrangeiro Direto) brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008, quando era de US$ 9,3 bilhões para US$ 42,8 bilhões em 2017. Segundo Barbieri, Trump deve usar todos esses fatores econômicos como força central na Campanha de reeleição.

REELEIÇÃO

Na previsão dos especialistas, o que o cenário político pode esperar para os próximos meses é uma acirrada disputa entre ideologia e números reais. “As vantagens do cenário econômico são indiscutíveis, mas existem pontos de vulnerabilidade a serem trabalhados. Apesar da economia ser o ponto forte da reeleição de Trump, o presidente não é visto como um dos mais populares. Existe muito trabalho a ser feito”, finaliza Barbieri

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