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Elenco de “O Sétimo Guardião” se reúne em gravações sem Marina Ruy Barbosa

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Nesta sexta-feira (17) vai ao ar o último capítulo de “O Sétimo Guardião”. Para celebrar o fim das gravações, parte do elenco se reuniu e Leticia Spiller, que viveu Marilda durante esse tempo na novela, compartilhou o momento em seu Instagram.

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Elenco de
Reprodução/Instagram

Elenco de “O Sétimo Guardião” se reúne em foto na reta final da novela

“Ainda faltam muitos companheiros nesta foto, mas por estes aqui representados, agradeço por estarmos juntos nesta jornada, por todo empenho, troca e amor ao ofício! Obrigada! Gracias! Graças!”, escreveu Letícia Spiller . “ O Sétimo Guardião “ será substituído por “A Dona do Pedaço” a partir desta segunda-feira (20).

Nos comentários da publicação no Instagram  , Marcelo Serrado, que também está no elenco da novela , elogiou os colegas. “Lindos”, escreveu seguido de vários corações.

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Na reta final, “ O Sétimo Guardião “ terá várias reviravoltas. Luz (Marina Ruy Barbosa) e Gabriel (Bruno Gagliasso) devem ter um grande conflito . O guardião quer manter em segredo o local, onde serão encontrados fósseis e pinturas rupestres de uma antiga civilização, mas Luz fará a denúncia sobre o patrimônio histórico encontrado.

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BTS cita “juntos e shallow now” durante show em São Paulo

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Um coro de quatro minutos ecoou quando Jimin, Jungkook, RM, Jin, V, J-Hope e Suga subiram ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, no sábado (25), com direito a samba no pé e referência a “juntos e shallow now” no fim. O show começou pontualmente às 19h, sem apresentação de abertura. 

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bts
Reprodução/Twitter/ForARMYsBTS

O grupo BTS ainda sambou diante dos 42 mil fãs no Allianz Parque, em São Paulo

A recepção com reverência e a devoção na forma de três meses de fila, objetos de algumas centenas de reais e aprendizado de coreano são dignas de superstars. E é como superstars que os sete cantores do BTS , maior fenômeno de K-pop da atualidade, se apresentam no palco: fogo, pilastras gregas, duas estátuas de panteras e projeções de templos gloriosos são apenas complemento do grupo performático e seguro no palco.

Eles abrem o show com uma das músicas do álbum que os colocou no “mesmo patamar” dos Beatles. Com “Map of the soul: Persona”, o BTS se tornou o primeiro grupo desde os britânicos a emplacar três álbuns no topo das paradas.

Com “Dionysus” levantaram a plateia de 42 mil pessoas no Allianz Parque. “Vamos roubar a cena, somos demais”, diz a música. O estádio concorda.

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Após duas músicas, eles param o som, conversam com a plateia em coreano, inglês e se arriscam português. Alternam a grandiosidade e o intimismo para cativar as fãs. E ouvem atentamente a cada sessão de gritos.

O show impressiona pela tecnologia e pelos efeitos. São dois palcos ligados por uma passarela e sete telões que viajam pelo mundo com eles.

A turnê “Love yourself: speak yourself” começou em 4 de maio nos Estados Unidos e desembarcou para dois shows no Brasil neste sábado (25) e domingo (26). Após as apresentações brasileiras, eles seguem para a Europa.

De surpresa, surgem no meio do palco e mostram que aprenderam a sambar. “Vocês querem?”, perguntam em português, antes de sambarem um pouco desengonçados.

O BTS também mistura pop efusivo com rap. Não à toa, o grupo tem quatro cantores e três rappers. A diferentona da noite é “Singularity”. A melodia lembra os R&Bs mais românticos e V surge no palco de pijamas em uma cama bagunçada.

Cada um tem oportunidade de brilhar sozinho no palco. Um dos pontos altos é “Euphoria”, solo do queridinho Jungkook. Com um pop mais suave, ele voa pleno sobre a plateia preso a uma tirolesa para cantar os versos sobre amor e êxtase.

“Idol” é uma das mais esperadas da noite. A música que resgatou elementos da cultura típica coreana mas também trouxe batidas de eletrônico fez o Allianz pular com as mãos pra cima e repetir sem parar o refrão “oh oh ooh”.

A última música da noite ajuda a explicar o sucesso do BTS:

“Nesta noite escura (não fique sozinho), como estrelas (nós brilhamos), não desapareça porque sua existência é importante, vamos brilhar”, diz a letra de “Mikrokosmos”.

Com mensagens sobre aceitação e problemas jovens, eles cativam o público pelo apelo emocional.

O cenário é colorido e vibrante: projeções alternam neon e cidades ao redor do mundo e espalham luz por todo o estádio. O palco ganha cama, piano, escadas, pilastras, tirolesa. Fogos de artifício e jatos de fogo completam a pirotecnia.

Show da plateia

Uma hora antes do show começar, o estádio cantava à capela a música “Fire”. Este foi apenas o primeiro canto coordenado.

Para todo o show, o fã-clube elegeu 11 fanchants (reações sincronizadas) que foram de erguer corações vermelhos de papel a cantar trechos de músicas no intervalo.

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Munidos das army bombs (bastões de luz oficiais do grupo, vendidos por R$ 250 no show), lanterna de celular com fita colorida e qualquer outro apetrecho capaz de iluminar, os fãs do BTS acenderam o estádio, também sincronizadamente. 

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