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Criptografia de ponta a ponta protege conversas no WhatsApp; mas como funciona?

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A questão da privacidade do usuário em aplicativos de troca de mensagens se tornou o assunto do momento depois que conversas entre o Ministro da Justiça Sérgio Moro e procurador do Ministério Público Federal Deltan Dallagnol no Telegram vazaram recentemente. Esse app, assim como o WhatsApp, usa criptografia de ponta a ponta como meio de segurança. 

WhatsApp
shutterstock

O WhatsApp funciona através de uma criptografia de ponta a ponta e não é preciso ativá-la para proteger suas conversas

A diferença da privacidade oferecida pelo Telegram e Whatsapp está ligada, na realidade, pela forma que essa criptografia de ponta a ponta é oferecida. No caso do aplicatico usado por Moro e Dallagnol, existe uma opção, chamada Chat Secreto, que codifica as mensagens enviadas. 

Assim, quando alguém envia um texto, foto ou vídeo dentro dessa conversa secreta, o sistema “embaralha” as palavras a ponto que só o remetente e destinarário possam ler o conteúdo. A ideia do “ponta a ponta” é exatamente essa questão da proteção estar disponível para cada um dos usuários envolvidos — ou seja, em cada “ponta” da conversa. 

Essa alternativa de segurança funciona basicamente da mesma forma no WhatsApp e está disponível para todos os contatos da sua lista. Assim, a criptografia funciona através de uma “chave privada” e é protegida por um código de segurança indivual. Isso impede que  hackers acessem a informação e até mesmo que o sistema do aplicativo leia o que foi enviado. 

Entenda melhor o funcionamento da “chave privada” oferecida pela criptografia do WhatsApp através do infográfico divulgado pela empresa ao iG Tecnologia  ; veja abaixo: 

A grande questão dessa alternativa “de ponta a ponta” é que ela é ativada automaticamente, diferente do Telegram. “Não é preciso ativar configurações ou conversas secretas especiais para assegurar suas mensagens. A criptografia de ponta a ponta está sempre ativada. Não há nenhuma maneira de desativá-la”, diz as informações do app sobre o serviço. 

Ainda assim, existe uma maneira opcional de confirmar que as mensagems que você envia estão sendo criptografadas de ponta a ponta e tornar a troca de conteúdo ainda mais seguro. 

Confirmando a criptografia de ponta a ponta no WhatsApp

WhatsApp
Reprodução/WhatsApp

Confirmar a criptografia de ponta a ponta do WhatsAppp pode tornar a troca de mensagens com seus contatos mais segura

Essa confirmação pode ser encontrada na tela de dados dos seus contados. Clicando no botão “criptografia”, é possível ver um  QR code e uma sequência de 60 dígitos. Esses números são o código únicoque, que são gerados para cada conversa.

Para  confirmar a criptografia , você pode tanto compartilhado esse número com a pessoa que está conversando (que é igual para você e parqa o seu contato) ou, se estiver próximo à ela, clicar em “escanear código” para permitir que ela leia o seu QR e vice-versa. Um tique verde irá aparecer depois desse escaneamento para confirmar a proteção.

Depois da confirmação, vocês poderão ter certeza de que ninguém está interceptando suas mensagens ou chamadas e, se os códigos não conferirem, é importante verificar se o número dessa pessoa está correto. Caso o contato tenha reinstalado o app ou trocado de aparelho, é só enviar uma nova mensagem para ele que o código será atualizado. 

É importante lembrar que apesar dessa sequência de números da criptografia de ponta a ponta  ficar visível para você, o WhatsApp afirma que ela é apenas uma versão da chave especial — já que esta continua em segredo dentro do sistema do aplicativo. 

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Google Maps passa a mostrar pontos de aluguel de bicicletas

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Olhar Digital

Bicicleta elétrica da Yellow arrow-options
Divulgação/Yellow

Bicicleta elétrica da Yellow

O Google Maps é um dos recursos mais utilizados para auxiliar na gestão de caminhos e alternativas para se chegar a algum local. Pensando nisso, o Google  está integrando ao Maps uma outra opção para que os usuários se locomovam: o aplicativo vai mostrar a localização em tempo real de estações de compartilhamento de bicicletas.

Leia também: Google Maps vai começar a informar se ônibus e trens estão cheios

A novidade está chegando aos poucos em 24 cidades do mundo. São Paulo e Rio de Janeiro estão inclusos na rota de implementação da funcionalidade. Algumas pessoas começam a receber a modificação em seus aplicativos do Maps a partir desta quarta-feira (17).

Além de identificar onde se localiza cada uma das estações de aluguel de bicicletas da região, a função mostra a quantidade de bicicletas disponível em cada uma delas. Também é possível descobrir se há um espaço vazio onde a bicicleta poderá será deixada em uma estação perto do seu destino.

A função está sendo disponibilizada tanto no app para smartphones Android e iOS quanto na versão web. Para acessá-la, basta entrar no Google Maps , digitar “bike” e clicar em “Pesquisar”. Será mostrado uma lista de estações próximas e a quantidade de bicicletas disponíveis no momento.

Leia também: Como usar o Google Maps quando estiver sem internet

Reprodução

Essa mudança está se tornando possível graças a uma incorporação de um novo feed global de dados de compartilhamento de bicicletas diretamente no Google Maps. A iniciativa se originou de uma parceria do Google com a empresa Ito World.

As primeiras cidades a receber a função são: Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Chicago, Dublin, Hamburgo, Helsinque, Kaohsiung, Londres, Los Angeles, Lyon, Madri, Cidade do México, Montreal, Nova cidade de Taipei, Nova York, Rio de Janeiro, área da Baía de São Francisco, São Paulo, Toronto, Viena, Varsóvia e Zurique.

E aí, você já testou a novidade? 

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